Mais crédito para micro e minigeração de energia

Durante esta semana, o governo federal deverá anunciar a abertura de novas linhas de financiamento para energia solar fotovoltaica para iniciativas de mini e microgeração, incentivando a aplicação de novos pontos residenciais e em estabelecimentos comerciais.

 

Ao todo, através de fundos constitucionais, serão financiados cerca de R$ 3,2 Bilhões em projetos nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do País.

 

As linhas de financiamento serão ofertadas por instituições públicas que operam os fundos constitucionais, como o Banco do Nordeste (BNB).

 

No entanto, no próximo dia 4 de abril, uma reunião dos conselhos deliberativos das agências de regionais, entre elas a Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), deverá deliberar a aceitação das novas condições de financiamento.

 

O Banco do Nordeste, no entanto, afirmou que não irá se pronunciar até a confirmação do projeto, em abril.

 

O BNB ainda está aguardando informações do Governo Federal para poder divulgar mais detalhes, não confirmando nem mesmo o valor máximo da possível verba que deverá ser contratada.

 

Já as taxas do BNB seguem sendo as mais atrativas, com juros anuais de 6,24% e 12 anos para o pagamento de empréstimos, incluindo quatro anos de carência.

 

Rede

 

Atualmente, segundo a última atualização dos dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), registrada no fim do mês de fevereiro deste ano, existem 680 projetos de mini e microgeração de energia solar no Ceará, com a potência instalada de 12,8 megawatts MW).

 

No último balanço da Absolar, em dezembro de 2017, haviam 682, mas esse número oscila constantemente.

 

Com a capacidade atual, o Ceará se consolida como quarto principal estado do Brasil na geração de energia solar em pontos residenciais e pequenos comércios.

 

A potência instalada no Estado representa 6,17% de toda a geração para o setor no País, atrás de Minas Gerais (50,7 MW), Rio Grande do Sul (30,2 MW) e São Paulo (26,8 MW).

 

Fonte: Ambiente Energia