Você é proprietário de uma área com potencial hidrelétrico, possui uma usina antiga desativada ou subaproveitada ou é investidor interessado nessa área?

Saiba aqui por onde começar!

Apesar da intensa propaganda das outras soluções, a energia elétrica de fonte hidráulica é de longe, aquela que mais fornece energia para os consumidores brasileiros. Ela foi responsável por ter-nos fornecido 119.231.592 MWh ( megawatts-hora ) até o primeiro trimestre de 2019, ou seja mais de 80,4% do total.

Em segundo lugar, infelizmente, ficou a energia de fonte termoelétrica fossil,que gerou 19.130.442 MWh ou 12,9% do total gerado.

Voce já imaginou como seria a cor dos nossos céus se a energia no Brasil fosse gerada exclusivamente por carvão, óleo diesel e gás?

Já imaginou como seriam nossos indicadores de saúde pulmonar e cardíaca se não existissem as hidrelétricas e toda energia elétrica fosse gerada com combustíveis fósseis?

 

HIDRELÉTRICAS – UM “BANCO DE ENERGIA RENOVÁVEL”

A geração hidrelétrica é essencial ao meio ambiente de qualquer país e é uma grande vantagem competitiva do Brasil porque pode ser armazenada em reservatórios.

Estes além de servir para gerar energia elétrica são verdadeiros lagos, muitas vezes navegáveis, formando gigantescos depósitos de água doce, algo que tanta falta faz ao mundo.

Graças às hidrelétricas, quando uma micro-usina de energia renovável de outra fonte,  ( como por exemplo, a solar fotovoltaica ) estiver gerando o seu máximo, ao meio dia, as usinas hidrelétricas podem reduzir a vazão de água turbinada e acumulando energia que será essencial depois que o Sol for embora e estiver lá longe, iluminando a China e o Japão, até a madrugada do dia seguinte.

Por isso, pensar que as hidrelétricas “são coisa do passado” é um grande engano, pois elas são essenciais ao nosso modo de vida, funcionando como verdadeiros “bancos de energia”, como “baterias recarregáveis com a chuva”, permitindo que todas as demais fontes renováveis produzam o quanto puderem, sem medo de gerar nada, nenhum MWh que não possa ser armazenado em seus reservatórios.

Assim, as hidrelétricas funcionam para o Sistema elétrico exatamente como os bancos funcionam para a economia : servem para guardar energia como os bancos servem para guardar o dinheiro.

Já imaginou se não existissem os bancos? Como iriamos guardar o dinheiro e fazer as transações financeiras?

 

COMPLEMENTARIEDADE – UMA CARACTERÍSTICA DAS ENERGIAS RENOVÁVEIS

No Brasil as fontes de energia hidráulica, eólica e de biomassa alternam-se ao longo do ano, em diferentes épocas de máxima produção complementando-se mutuamente. Veja o gráfico da complementariedade abaixo:

Nos meses em que os ventos diminuem, as chuvas aumentam. Se ambos estão no mínimo, é a safra da cana que está no máximo.

Se a expansão das fontes renováveis fosse planejada para ocorrer por igual, não precisariamos recorrer tanto ao acionamento emergencial das termelétricas movidas à petróleo.

 

CAPACIDADE INSTALADA POR FONTE DE ENERGIA NO BRASIL

É preciso não confundir capacidade instalada com geração efetiva. As hidrelétricas, como vimos acima, são campeãs brasileiras de geração e também, como vemos abaixo, na potência instalada por fonte.

 

BRASIL – CAMPEÃO MUNDIAL DE HIDROELETRICIDADE!

Graças às hidrelétricas, o nosso Brasil, felizmente, é hoje, muito na frente, o país no qual as fontes renováveis produzem o maior percentual do total, comparado com as fontes fósseis, que não são renováveis. Mas sim produtoras de gás de efeito estufa.

Esse fato, com certeza, poderia ser melhor aproveitado no “marketing” dos nossos produtos industriais, que deveriam trazer um “selo verde”, você não acha?

Infelizmente,contudo, tal vantagem comercial e competitiva AINDA não é aproveitada para aumentar nossas exportações, talvez por causa da propaganda negative que os países que exportam combustíveis para as nossas termoelétricas, gostam de fazer contra as hidrelétricas. Afinal, quanto menos água armazenarmos e usarmos, mais óleo diesel teremos que adquirir para não ficar no escuro.

Você já havia reparado nisso?

 

TERCEIRO LUGAR EM POTENCIAL HIDRÁULICO REMANESCENTE: BRASIL

A Agência Internacional de Energia classifica o BRASIL como o terceiro maior possuidor de potenciais hidrálicos ainda por serem aproveitados no Mundo.

Temos 10% do Total Mundial do potencial hidroelétrico, quase todo esse montante situado em áreas apropriadas, de clima tropical, facilmente aproveitáveis se justas compensações forem feitas, dentro da lei, aos atingidos. Uma providência que no passado, durante épocas em que não havia legislação adequada, terminou não sendo levada em conta em alguns projetos de grande porte como Itaipu e Balbina, gerando conflitos e prejuízos que até hoje são aproveitados para difamar e desabonar as hidrelétricas como um todo. Coisas de uma “concorrência” nem sempre leal e justa, num Mercado que movimenta, considerando apenas a energia elétrica vendida aos consumidores finais mais de 40 bilhões de reais ao ano no Brasil.

Na nossa frente, em termos de potencial hidrelétrico estão apenas a Rússia, em Segundo lugar, com 12% e a China, com 13% em primeiro lugar.

Mas a maioria desses potenciais da Rússia e da China estão em regiões muito frias ou em grandes altitudes, ao contrário dos nossos.

 

POTENCIAL REMANESCENTE HIDRÁULICO NO BRASIL E NO MUNDO

A energia hidráulica constitui-se em riqueza nacional em vários países, possuindo tecnologia consolidada e segura e representando cerca de 17% de toda a eletricidade gerada no mundo.

A energia hidráulica é tão vantajosa que os países desenvolvidos, como a França, a Alemanha, os EUA, a Noruega e o Japão quase já não possuem mais potência para aproveitar.

Curiosamente, é de países que já aproveitaram quase todo seu potencial hidrelétrico que provém as maiores pressões políticas e econômicas para impedir que, no Brasil, aproveitemos nosso enorme potencial hidrelétrico.

Seria isso resultado apenas de inveja ou será que existem razões geopolíticas e estratégicas para isso?

A ENERBIOS, empresa do Grupo ENERCONS tem muito orgulho das pequenas centrais hidrelétricas que vem desenvolvendo nos últimos anos, em estreita colaboração com as comunidades vizinhas, que considera como parceiras ( Veja o Documentário das PCHs Kaingang, Marema, Guarani e Foz do Chapecozinho na divisa da Terra Indígena Xapecó aqui e o projeto Vale do Rio dos Patos).

E claro: fazemos isso sempre em estrita obediência às leis e regulamentos ambientais e do setor elétrico, com projetos aprovados pela ANEEL.

Hidrelétricas ainda podem ser construídas?  Não foram proibidas?

Mas onde estão os potenciais hidráulicos remanescentes no Brasil?

Na TV os noticiários dizem que não existem mais potenciais que possam ser aproveitados. E a propaganda diz que agora deve ser tudo solar ou gerado com diesel, quando o sol se põe.

Bem, isso é verdade, só que não.

Afinal você já reparou quantos anúncios e balanços as empresas importadoras de derivados de petróleo que alimentam as termoelétricas publicam na TV e nos grandes jornais?

No meio desse jogo de interesses misturados com as noticias  quem devemos acreditar?

Você já pensou nas fortunas que estão envolvidas quando as alternativas são apenas duas, ou seja,  se devemos gerar energia elétrica:

  • Com derivados importados de petróleo ou
     
  • Com água, vento, sol, residuos e biomassa nacionais?

 

SIPOT DA ELETROBRÁS – UMA FONTE CONFIAVEL

A ELETROBRÁS publica anualmente em seu site as informações do SIPOT , Sistema Integrado de Potenciais Hidráulicos, ( link ) que totaliza por Estado, por bacia hidrográfica e por estágio de cada projeto, todos os aproveitamentos acima de 5 MW.

O total identificado hoje é de 246.241 MW, dos quais apenas 107.421 estão construídos, havendo 137.455 MW para construir, dos quais, 5.424,6 já estáo projetados e 1.365 estão sendo construídos.

Mais de 43.618 MW, estão apenas identificados, sem projeto, sem inventário hidrelétrico, disponíveis a qualquer interessado.

Na Tabela do SIPOT abaixo você poderá ver qual é a situação destes empreendimentos em cada Estado da Federação, pois em todos eles existe potencial hidráulico disponível para ser aproveitado pelo particular que habilitar-se das formas legais permitidas.

Além disso, alguns Estados como São Paulo e Paraná, fizeram levantamentos detalhados dos potenciais que permanecem por ser aproveitados.

> Levantamento do Potencial Hidrelétrico Remanescente no Estado de São Paulo

Além de todos estes dados disponíveis, para os potenciais abaixo de 5 MW, ainda existem incontáveis pontos em todo o Brasil, algum deles certamente próximo de onde você se encontra nesse momento. Aguardando quem tenha interesse.

Você já pensou em participar desse enorme Mercado? Gostaria de saber como? Já vamos chegar já nesse ponto! Continue lendo para saber mais!


OS BENEFÍCIOS DAS HIDROELÉTRICAS AO MEIO AMBIENTE NO BRASIL

Já sabemos que a energia elétrica transforma a sociedade e traz o progresso e o desenvolvimento socio-econômico às cidades e àreas  rurais.

Mas graças à propaganda negativa que concorrentes do setor de combustíveis fósseis promovem na TV contra a fonte hidrelétrica, que de longe é nossa principal riqueza econômica, POUCA GENTE SABE que as hidrelétricas tem sido uma das principais fontes da ELEVAÇÃO DO INDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO - IDH medido nos sensos do IBGE.

Os benefícios são tantos que vale à pena lembrá-los, para que não sejam esquecidos ou considerados como existentes em outras fontes, pois só as hidrelétricas fazem tanto pelos rios e pelo meio ambiente no Brasil.

Por exemplo a Área de Preservação Permanente, ou APP, em volta dos reservatórios, nenhuma outra fonte é obrigada a possuir, recuperar e manter essa extensa mata à volta do empreendimento de geração, sempre sob vigilância, cercada e protegida de queimadas, incêndios, plantio ilegal, ocupação humana, derrame de dejetos, detritus, livre de acidentes com agrotóxicos e prejuízos com inundações.

Você já sabia que apenas as hidrelétricas são obrigadas a repor e cuidar dessas extensas áreas de preservação permanente, as APPs?

Quando nosso diretor presidente Eng. Ivo Pugnaloni foi presidente da ABRAPCH – Associação Brasileira de Centrais Hidrelétricas PCH e CGH, ele elaborou uma compilação das principais vantagens das PCHs e CGHs para as populações locais para os municípios e os Estados onde existem PCHs.

COMO PARTICIPAR DA EXPANSÃO DA GERAÇÃO HIDRELÉTRICA

O mercado de energias renováveis cresceu muito nos últimos 20 anos, porém ainda estamos só começando. No mundo inteiro ainda é muito grande o consumo de óleo, carvão, gás e combustíveis nucleares. O gráfico abaixo mostra quanto mercado ainda temos para conquistar das energias de fonte fóssil.

ENERGIAS RENOVÁVEIS: CAMPEÃS DE POPULARIDADE

O Instituto Ipsos realiza todos os anos uma pesquisa mundial sobre a popularidade e aceitação das fontes de energia renovável e não renovável. Em maio de 2011, a situação desta popularidade é expressada no gráfico abaixo, indicando que existe na opinião pública uma forte simpatia pela geração de energia renovável e por conseguinte poderia existir uma grande simpatia por todos os produtos que as utilizassem em sua composição.

CONSUMO PER CAPITA DE ENERGIA ELÉTRICA NO BRASIL     

Segundo o Plano Decenal de Expansão de Energia 2027 o consumo total percapita no Brasil é 2017 foi de 2.525 kWh/hab/ano, com crescimento médio para os próximos anos de 3% a.a.

 

Se você realmente está interessado nessa forma fantástica de produzir energia elétrica, que está ao alcance de pequenos e médios investidores, sejam eles locais e de fora da região onde se situam os aproveitamentos, que necessita trabalho de tantos profissionais desde intermediários a biologos, operadores de usinas, vale a pena continuar lendo para conhecer mais ainda.

A lista completa dos benefícios que as hidrelétricas trazem às comunidades e municipios por exemplo, você pode obter aqui nesta página. Essa relação foi redigida por nosso diretor-presidente, engenheiro Ivo Pugnaloni, quando ocupava o mesmo posto na ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PEQUENAS CENTRAIS HIDRELÉTRICAS, da qual foi fundador.

Clique aqui se quiser enviar o link para amigos que ainda acham que as hidrelétricas agridem o ambiente.

A propósito disso: você sabia que existe muita gente que acha que as hidrelétricas ACABAM COM A ÁGUA DOS RIOS, consumindo-a em um buraco embaixo da terra e não devolve a água após passar pelas turbinas?


CONHECENDO PARA INVESTIR E TRABALHAR

Se você sempre desejou investir ou trabalhar com a implantação de uma pequena central hidrelétrica isso é preciso conhecer melhor como se dividem as hidrelétricas conforme sua capacidade de gerar energia e tamanho dos reservatórios, já que a legislação brasileira associa a cada um dos tipos, conforme seu porte, uma série de direitos e obrigações que diferem bastante.

  • UHEs – Usinas Hidrelétricas
     
  • PCHs – Pequenas Centrais Hidrelétricas
     
  • CGHs – Centrais Geradoras Hidrelétricas

As UHEs são usinas acima de 30 MW e delas o Brasil possui 217 unidades, com a potência total instalada de 102.964 MW. A maior potencia instalada de UHEs fica nos estados de São Paulo, Pará, Paraná e Minas Gerais.

As UHEs são a maior fonte de energia do Brasil, já que geraram no primeiro trimestre de 2019, nada menos do que 54,1% do total.

Os investimentos para construir uma UHE ficam geralmente bem acima dos 300 milhões de reais e apenas grandes grupos econômicos tem essa capacidade financeira para oferecer garantias.

As exigências ambientais para construir uma UHE são, compreensivelmente, muito altas. Afinal uma grande alteração na natureza, na infraestrutura existente e mesmo no modo de vida das pessoas em torno, precisa ser muito bem estudada, avaliada e ter seus efeitos totalmente mitigados e compensados. Mesmo porque os benefícios trazidos a milhões que precisam da energia não podem ocorrer com prejuízos a milhares ou mesmo a centenas de cidadãos.

Sendo obras de interesse público, a legislação mesmo assim prevê que os afetados sejam indenizados de forma conveniente pelos empreendedores.

Geralmente, ainda, várias formas de compensação são previstas e construídas, já que um lago de tais proporções pode trazer muitos inconvenientes se não for bem projetado e planejado, como por exemplo, alagar estradas, benfeitorias, plantações e até mesmo cidades, que precisaram ser removidas, no passado. Infelizmente, naquela época, nem sempre com os cuidados devidos e com as justas necessidade, motivação e compensação.

Tal como acontece com outras obras de interesse público, como estradas, hospitais, aeroportos, escolas, bibliotecas e universidades, as hidrelétricas tem prioridade legal para serem construídas, mas desde que sejam respeitados os direitos dos proprietários das áreas onde forem construídas.

 

Abaixo algumas fotos de UHEs:

UHE Xingó

UHE Itaipu

UHE Salto Osório

UHE Salto do Jacuí

UHE Furnas

UHE Teles Pires

O Segundo tipo de hidrelétricas, são as PCHs, que pela legislação, são as que tem potência instalada entre 5 MW e 30 MW, desde que tenham reservatórios abaixo de 13 hectares de área alagada.

Com investimentos acima de 20 Milhões de Reais já é possível construir uma PCH, dependendo muito do local escolhido para ser instalada.

Apesar de terem no nome o adjetivo “Pequenas Centrais” as PCHs são a Terceira fonte de geração de energia no Brasil, pois geraram em 2018, nada menos do que 4.172.980 MWh. Isso é equivalente a 2,8 % do total, perdendo apenas para as suas “primas maiores” que são as UHEs e às usinas termoelétricas fósseis que ficaram em Segundo lugar pois geraram 19.225.515 MWh, correspondendo a 12,9% do total.

As PCHs também são consideradas obras de interesse público pela legislação federal, tendo portanto a primazia em caso de aproveitamento de uma região.

Mas, por alagarem áreas muito menores do que as UHEs, geralmente situadas muito proximas dos rios, de alta declividade e sujeitas a inundações, as PCHs dificilmente atingem moradias, benfeitorias e estradas, pois em pouquíssimos casos existiram moradores em tamanho estado de vulnerabilidade social que precisaram ir viver em locais tão perigosos e instáveis.

Assim mesmo, quando existem pessoas vivendo assim, os empreendedores de PCHs são obrigados pela legislação a indenizar os prejuízos e a promover uma justa compensação.

Mesmo que em alguns casos, mudar daquele local perigoso fosse muito mais lógico, racional e adequado à sobrevivência.

As PCHs também estão  sujeitas a uma Legislação Ambiental bastante completa e exigente, que precisa ser cumprida pelos empreendedores.

Mas geralmente, as compensações e exigências implicam em benefícios adicionais aos próprios empreendimentos como por exemplo, a implantação de tanques de piscicultura, irrigação, fruticultura e armazenamento de água doce para abastecimento de cidades e povoados pois agregam valor e receitas extras.

Tal como ocorre com as UHEs a construção de uma PCH somente pode ser feita após ser obtida pelo empreendedor uma Autorização da ANEEL, Agencia Nacional de Energia Elétrica.

Isso se dá após análise e aprovação por aquele órgão de todos os seus Projetos Básicos de Engenharia, demonstrando e provando toda a segurança estrutural, ambiental, hidrológica e geológica do empreendimento, garantida por uma equipe de engenheiros, biólogos, sociólogos, geólogos responsáveis que contem geralmente mais de 20 profissionais.

Segundo a ANEEL, antes de 2014, o tempo médio de analise desses projetos na agencia superava os cinco anos. Isso se devia a uma série de procedimentos pouco eficientes e alguns deles chegavam a ser irregulares, segundo o Acordão nº 489/2015 do Tribunal de Contas da União, o TCU.

Agora esse tempo de analise caiu para apenas 60 dias, depois que a ABRAPCH, então presidida por nosso diretor-presidente, engenheiro Ivo Pugnaloni, trabalhou junto à Agencia para adequar as normas e procedimentos internos à legislação Ambiental e do setor elétrico.

 

Algumas fotos de PCHs:

PCH Volta Grande

PCH Porto Franco

PCH Salto Grande

PCH Riacho Preto

PCH Lagoa Grande

 

O terceiro tipo de hidrelétricas que podem ser construidas no Brasil são as CGHs, que precisam ter menos de 5 MW, com qualquer área de reservatório.

As CGHs não são consideradas obras de interesse público, mas sim particular. Apesar disso, elas podem vender energia nos leilões do Ambiente de Contratação Regulada, onde a ANEEL cuida para que as Concessionárias de Distribuição possuam energia contratada com geradores de todo o Brasil para fornecer aos seus consumidores.

Por essa razão, - serem de interesse particular - , as CGHs não necessitam de Autorização de Geração da ANEEL, devendo ser apenas registradas naquele orgão após concluídas, sob a responsabilidade de um empreendedor e de um engenheiro.

Ainda por isso, construir uma CGHs não dá ao empreendedor o direito de desapropriar, na forma da lei, as áreas necessarias, como acontece com as PCHs e UHEs que são empreendimentos de interesse público, autorizados ou concedidos a particulares.

As CGHs e PCHs, por terem investimentos e financiamentos menores, que exigem menores garantias, terminam sendo muito acessíveis a pequenos e médios investidores. Mesmo proprietários das áreas tem investido de forma isolada ou conjunta neste tipo de empreendimento.

Afinal, elas tem muitas vantagens pois:

  • Mercado é garantido é inesgotável, pois sem energia elétrica nada pode funcionar na sociedade atual. Nem as comunicações, nem as finanças, o poder público, a segurança, nada.
     
  • O “combustível” água tem fornecimento gratuito e garantido, há centenas de milhões de anos, naqueles mesmos lugares, que se chamam “rios”;
     
  • O transporte desse “combustível água” é feito automaticamente e naturalmente, portanto não necessita caminhões ou oleodutos, não paga Frete, nem Seguros, nem pedágio. E não pode ser interrompido. Os períodos de escassez são compensados com outros de abundância;
     
  • O excesso de água e os reservatórios sempre podem servir para muitos outros usos como fruticultura, piscicultura, aquicultura de moluscos, abastecimento humano ou de animais;
     
  • Apesar de gerar muitos empregos durante as obras e durante o longo período de vida util dos equipamentos, as hidrelétricas possuem uma exigência de mão-de-obra quase  insignificantes após as obras, se comparadas estas despesas com as receitas e o lucro gerados;
     
  • Grande parte dos trabalhos de operação podem ser realizados remotamente, por instalações automatizadas;
     
  • Os contratos de venda de energia são de médio e longo prazo, não necessitando de grande estrutura comercial para conseguir firmá-los pela primeira vez ou renová-los;
     
  • As taxas internas de retorno geralmente superam os 10% acima da inflação ao ano, existindo muitos casos com taxas medias acima de 15% , principalmente no Mercado Livre ou em Geração Distribuída;

 

Algumas fotos de CGHs:

CGH Corrente Grande

CGH Cachoeirinha Bueno Brandão

CGH Brejauba

CGH Parque Barigui

CGH Pinhal

 

QUAL SERÁ SEU PAPEL NA EXPANSÃO DA GERAÇÃO HIDRELÉTRICA, SUSTENTÁVEL E PERMANENTE?

Através da ENERCONS, em qualquer lugar do Brasil, você poderá participar de várias formas da expansão da geração hidrelétrica.

E poderá fazer isso sempre contando com o melhor em termos de resultados econômicos, tecnologia, respeito à Natureza e à legislação setorial.

As principais formas de você concretizar essa participação podem se dar como:

  • Desenvolvedor de empreendimentos hidrelétricos;
     
  • Proprietário de área com potencial hidráulico;
     
  • Intermediador de negócios com energia;
     
  • Intermediador de ativos de geração;
     
  • Intermediador de serviços de projeto e consultoria;
     
  • Investidor em empreendimento hidrelétrico;

Afinal gerar energia elétrica a partir de fontes renováveis, limpas e ambientalmente corretas, passou de sonho a realidade para muitos profissionais e empreendedores, mesmo os pequenos e médios.

Conseguir gerar energia elétrica sem os inconvenientes dos combustíveis derivados do petróleo, cada vez mais elevados é uma atividade que precisa ser exercida com responsabilidade e planejamento.

Caso tenha conhecimento de alguma oportunidade de aproveitamento de um desses potenciais hidraulicos, mesmo menores do que 5 MW ou maiores, entre em contato com a ENERCONS.

Vamos pensar juntos na maneira de fazer seu sonho se transformar em realidade concreta, sustentável e lucrativa.

Já sabemos que a energia elétrica transforma a sociedade e traz o progresso e o desenvolvimento socio-econômico às cidades e àreas  rurais.

Afinal, produzir a energia elétrica da qual ninguém pode deixar de consumir é garantia de bons e seguros resultados por muitos anos. Principalmente para quem já possui locais com razoáveis recursos hidráulicos, eólicos ou de biomassa. E tiver o cuidado de, antes de investir, cuidar muito bem das etapas anteriores do seu planejamento.

É fundamental, por exemplo, conhecer previamente se um projeto vai ser economicamente viável mesmo obedecendo as normas ambientais e levando em conta os preços de venda e a situação geográfica e topografica do aproveitamento.

Só depois, tendo certeza dos resultados que se pode esperar, os empreendedores devem prosseguir nas demais etapas dos estudos, do projeto, da estruturação financeira e da construção.

Nosso desafio, na ENERCONS, é assessorar, desde o princípio, os investimentos em energia limpa e renovável, trazendo tecnologia, prática ambiental, conhecimento comercial e regulatório para o projeto.

Atuamos há dezenove anos, principlamente, nas seguintes áreas:

  • Energia hidroelétrica aproveitando o potencial hidráulico com Pequenas Centrais hidrelétricas e Centrais Geradoras Hidrelétricas,
     
  • Energia da biomassa – transformando o poder calorífico de resíduos florestais ou industriais em lucro,
     
  • a energia Eólica e Solar – integrando sistemas elétricos com a geração distribuída.

Projetos desse nível de invetimento envolvem alto risco se não forem acompanhados por assessoria e consultoria permanentes, que envolva desde a avaliação preliminar do potencial energético e do estudo de sua viabilidade técnica, econômica, regulatória e Ambiental, até o projeto de engenharia, o licenciamento Ambiental, a comercialização da energia e a construção.

Assim, você tem a garantia de que seu investimento utilize as melhores oportunidades, a melhor técnica além de ter segurança jurídica e regulatória para sua execução.

Na ENERCONS, entregamos excelência em todos serviços, para isso, contamos com uma equipe composta por profissionais especializados, com multidisciplinaridade e experiência acumulada de mais de dezenove anos em energia limpa e renovável, marcada por trinta e dois projetos hidrelétricos, nove projetos eólicos e inventários hidroenergéticos em onze rios brasileiros.

ENERCONS – Garantindo sua energia

 

SERVIÇOS E PRODUTOS DA ENERCONS

APPE - AVALIAÇÃO PRELIMINAR DE POTENCIAL ENERGÉTICO

Estudo de custo reduzido que estimará a potência do aproveitamento e o seu faturamento, em diferentes cenários. Também inclui a análise de eventuais interferências dos potenciais com projetos já em desenvolvimento que estejam registrados na ANEEL.

A avaliação simulará a receita de venda da energia que poderá ser gerada por ano, se comercializada em vários cenários nos mercados livre e cativo, bem como na modalidade de geração distribuída.

A avaliação também incluirá análise de eventuais interferências do potencial em estudo com projetos já em desenvolvimento que estejam registrados na ANEEL.

Avaliações similares poderão ser contratadas para outros pontos de interesse na região, que deverão ser acompanhadas de uma avaliação estabelecendo uma ordem comparativa de mérito entre elas.

 

EVTERA - ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA-ECONÔMICA-REGULATÓRIA-AMBIENTAL

Após a Avaliação Preliminar, sendo o seu resultado positivo, recomenda-se a elaboração de Estudo de Viabilidade Técnico Econômica, Regulatória e Ambiental (EVTERA) do futuro empreendimento cujo escopo, é destinado a trazer total segurança ao cliente quanto a sua decisão em investir em um projeto executivo.

O EVTERA irá sugerir alternativas de arranjos, estimar o investimento, definir a potência instalada e o número de máquinas, constituindo-se em um anteprojeto bastante confiável. Bem como para avaliar o seu retorno econômico em vários cenários de preço, calculando a sua TIR (Taxa Interna de Retorno)

Servirá ainda para avaliar eventuais restrições ambientais e junto à ANEEL, as prefeituras, DNPM, IPHAN, FUNAI e órgão de recursos hídricos.

 

PROJETO BÁSICO

Uma vez concluído o EVTERA, caso seus resultados também sejam favoráveis do ponto de vista ambiental e de retorno do investimento, o próximo passo será realizar o projeto de engenharia. Este definirá com mais exatos os custos do investimento, desenhos, etc. permitindo a construção e operação de usina de fonte renovável.

 




As hidrelétricas são a fonte de energia renovável mais antiga, mais barata e mais expressiva no Brasil. Já são mais de 1.140 PCHs e CGHs em operação em nosso país, totalizando mais de 6.000 MW de potência instalada!

Pequenas Centrais Hidroelétricas (PCHs) são usinas com potência instalada de 5 a 30 MW e reservatório inferior a 13 km².  Já as CGHs, são usinas com potencia inferior a 5 MW, com a mesma limitação nos reservatórios.
 

Você pode investir em PCHs e CGHs das seguintes formas:

Proprietários de área com potencial hidráulico


Se você é proprietário ou conhece o proprietário de terrenos que possuem corredeiras ou quedas d’água expressivas, com volume razoável de água, entre em contato com a ENERCONS e se antecipe – antes que um terceiro o faça em suas terras.

Porém, nem todos os locais são adequados, do ponto de vista financeiro. Por isso, antes de investir em um potencial hidrelétrico é preciso analisar o aproveitamento de forma preliminar, para saber da conveniência de prosseguir em novos estudos, projetos e licenciamento ambiental.

A ENERCONS recomenda como primeiro passo a elaboração de uma Avaliação Preliminar de Potencial Energético (APPE), um estudo de custo reduzido que estimará a potência do aproveitamento e o seu faturamento, em diferentes cenários. Também inclui a análise de eventuais interferências dos potenciais com projetos já em desenvolvimento que estejam registrados na ANEEL.

Em seguida, caso o aproveitamento se mostre interessante, o próximo passo é elaborar um Estudo de viabilidade técnica, econômica, regulatória e ambiental do empreendimento (EVTERA), determinando sua potencia aproximada, a energia que poderá ser produzida anualmente, estudando a topografia do terreno e as vazões dos últimos 30 anos, dando a você uma ideia completa da viabilidade da construção de uma PCH ou CGH.

Para dar maior segurança ao seu processo, com o EVTERA da ENERCONS você poderá estimar assim,  qual será o volume do investimento, a taxa interna de retorno e o tempo de “pay back”, segundo vários cenários de preços de venda da energia ou de seu uso por grandes consumidores.

A ENERCONS poderá ainda auxiliá-lo com:

  • Elaboração de Projeto Básico do Empreendimento;
  • Elaboração de Estudos de Inventário Hidroenergético e Avaliação Ambiental Integrada
  • Consultoria no Licenciamento Ambiental e elaboração dos Estudos Ambientais
  • Consultoria em Assuntos Regulatórios na ANEEL, Concessionária, Órgão Ambiental, Órgão de Recursos Hídricos, IPHAN e FUNAI, para viabilizar seu empreendimento;
  • Consultoria para comercialização da energia;
  • Consultoria na busca de INVESTIDORES, FORNECEDORES, GARANTIDORES e SEGURADORAS.


Veja nosso PORTFOLIO e comprove nossa experiência ao seu dispor.
 
Proprietários de pequenas usinas desativadas

As usinas de pequeno porte, mesmo desativadas ou parcialmente desestruturadas podem ser adaptadas às novas exigências técnicas e legais, podendo assim gerar receitas significativas aos seus proprietários. Conte com a ENERCONS para realizar os estudos necessários para reativar ou repotencializar sua usina e buscar investidores.
 
Investidores

A geração de energia elétrica é uma necessidade constante devido ao aumento da demanda. Investir nesse setor é ter a garantia de retorno certo, com correção monetária pela inflação por um longo período, pois as PCHs tem concessão de 35 anos prorrogáveis e as CGHs  por tempo indeterminado.

A ENERCONS, por estar atuando desde 2000 no mercado de geração de pequeno porte, recebe diariamente muitas ofertas e apoiará sua busca por encontrar as melhores oportunidades e locais mais adequados para realizar seu investimento, elaborando estudos de prospecção, levantamentos de campo, cálculos de vazões, analisando questões ambientais, legais e regulatórias envolvidas em cada empreendimento e por fim, desenvolvendo seus projetos básicos e executivos de forma a obter as autorizações de geração e licenças ambientais.

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