As CGHs ou Centrais Geradoras Hidroelétricas são usinas menores do que as Pequenas Centrais Hidrelétricas, pois contam com potência instalada de até 5 MW, enquanto as PCHs vão de 5 a 30 MW.

Além do pequeno alagamento, baixo investimento, reduzidíssimo impacto ambiental negativo e diversos benefícios socioambientais e para a matriz energética brasileira, a principal característica das CGHs é a sua maior simplicidade dos procedimentos burocráticos frente à ANEEL, que regula o setor elétrico, pois seus projetos não precisam ser aprovados por aquela agencia. E também porque seu licenciamento ambiental exige uma complexidade pouco menor do que para as PCHs.

Da mesma forma do que nas PCHs, nas CGHs os investimentos podem ocorrer das seguintes formas:

Proprietários de área com potencial hidráulico

Se você é proprietário ou conhece o proprietário de terrenos que possuem corredeiras ou quedas d’água expressivas, com volume razoável de água, entre em contato com a ENERCONS e se antecipe – antes que um terceiro o faça em suas terras.

Nem todos os locais porém são adequados, do ponto de vista financeiro.

Por isso, antes de investir é preciso analisar o aproveitamento de forma preliminar, para saber da conveniência de prosseguir em novos estudos, projetos e licenciamento ambiental.

A ENERCONS elabora Estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental do empreendimento( EVTE ),  determinando sua potencia aproximada, estudando a topografia do terreno e as vazões dos últimos 30 anos, dando a você uma ideia completa da viabilidade da construção de uma PCH ou CGH.

A ENERCONS elabora Estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental do empreendimento( EVTE ),  determinando sua potencia aproximada, a energia que poderá ser produzida anualmente, estudando a topografia do terreno e as vazões dos últimos 30 anos, dando a você uma ideia completa da viabilidade da construção de uma PCH ou CGH.

Para dar maior segurança ao seu processo, com o EVTE da ENERCONS você poderá estimar  assim,  qual será o volume do investimento, a taxa interna de retorno e o tempo de “pay back”, segundo vários cenários de preços de venda da energia ou de seu uso por grandes consumidores, como a seguir no item “Geração Distribuída” 

Proprietários de pequenas usinas desativadas

As usinas de pequeno porte, mesmo desativadas ou parcialmente desestruturadas podem ser adaptadas às novas exigências técnicas e legais, podendo assim gerar receitas significativas aos seus proprietários. Conte com a ENERCONS para realizar os estudos necessários para reativar ou repotencializar sua usina e buscar investidores

Investidores

A geração de energia elétrica é uma necessidade constante devido ao aumento da demanda. Investir nesse setor é ter a garantia de retorno certo, com correção monetária pela inflação por um longo período, pois as PCHs tem concessão de 35 anos prorrogáveis e as CGHs  por tempo indeterminado.

A ENERCONS, por estar atuando há 16 anos no mercado de geração de pequeno porte, recebe diariamente muitas ofertas e apoiará sua busca por encontrar as melhores oportunidades e locais mais adequados para realizar seu investimento, elaborando estudos de prospecção, levantamentos de campo, cálculos de vazões, analisando questões ambientais, legais e regulatórias envolvidas em cada empreendimento e por fim, desenvolvendo seus projetos básicos e executivos de forma a obter as autorizações de geração e licenças ambientais.

Grandes e Médios consumidores – as vantagens da Geração Distribuída

Se a sua empresa tem na energia elétrica um de seus principais custos de produção, você pode ser um dos beneficiados por uma recente ( e ainda pouco conhecida ) Resolução da ANEEL que abriu para as CGHs a possibilidade de, mesmo estando situadas a centenas de quilômetros do ponto de consumo, serem integradas ao seu sistema elétrico, como se estivessem situadas ali do lado do edifício da fábrica.

E isso, sem pagar nada mais pela transmissão e distribuição, do que já pagam hoje.

Ou seja: é como se a CGH estivesse no telhado,  tal como as não tão baratas placas solares, tão na moda nesses últimos dias, com a diferença que, enquanto o fator de capacidade de uma CGH pode atingir até 100%, para as placas solares ele não passa dos 17% a 20%.

Isso se chama “Geração Distribuída” e está chegando no Brasil só agora, existindo na Europa há mais de 30 anos.

Por esse sistema revolucionário, ao consumidor passou a ser permitido ser também um gerador e assim, pode compensar a energia que consome com a energia que ele próprio produz, em cima do telhado ou em uma queda dágua a 700 km de distancia.

Se a CGH não gerar toda a energia que a empresa consumir, ele paga só a diferença entre o consumido e o gerado. Mas se a CGH gerar a mais, a diferença positiva fica “emprestada” para a concessionária distribuidora ( Light por exemplo) e durante 36 meses, o consumidor pode usar esse “crédito” para deduzir da sua conta naquele local ou em qualquer outro, com o mesmo CNPJ.

E tudo sem pagar mais pela transmissão ou distribuição dessa energia gerada.

A única exigência é que a CGH esteja situada dentro da área de concessão da empresa distribuidora local ( a Light, a CEMIG, a COPEL, a CPFL, a ELEKTRO, a CELESC, COELBA, RGE, etc)

A ENERCONS trabalha com projetos de geração de energia renovável há 16 anos.

E pode ajudar você a encontrar a forma ideal de combinar a geração hidrelétrica com qualquer outra forma  de energia que você possa ter mais facilidade em gerar como a fotovoltaica, com a energia do biogás, das térmicas a biomassa, eólicas de pequeno porte, ect.

E também a tratar diretamente com sua concessionária para as tratativas técnicas e burocráticas necessárias.

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